A pobreza menstrual é a falta de acesso a produtos de higiene menstrual, água potável, saneamento básico, infraestrutura adequada e informação de qualidade para que pessoas que menstruam possam cuidar da sua saúde e viver esse período com dignidade. Não se resume à ausência de absorventes: envolve também desigualdades sociais, econômicas e educacionais que comprometem direitos fundamentais, como saúde, educação e dignidade.
Mais de 4 milhões de meninas estudam em escolas que não oferecem condições mínimas para o cuidado menstrual, como acesso a absorventes, banheiros adequados, água e sabonete.








